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Mostrando postagens de janeiro, 2018

A GÍRIA E A CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO CULTURAL

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A GÍRIA A FAVOR DA CULTURA A gíria atribuída muitas vezes à expressão de segunda classe é na verdade um jargão que, depois de um tempo usado por determinados grupos específicos, alcança espaço na linguagem, se transforma em comunicação corrente, constituindo cultura. Não é incomum que pessoas de certa idade encontrem dificuldade para entender novas expressões, principalmente as advindas de grupos sociais mais jovens.                 A língua é em movimento e esse é um dos fatores que produz a movimentação da linguagem. A gíria aparece como um jargão que expressa certa situação, em geral mais comum, ou uma idéia subliminar.  É uma metodologia natural empregada no cotidiano, num determinado contexto histórico para o aperfeiçoamento da comunicação.                 A comunicação é para o aprimoramento das idéias, para o debate, p...

POESIA

Sob o ponto (ou do lugar que se vê) O olhar que me vê, Não é o mesmo que te vê. Nada se repete,   Mesmo que no mesmo instante, No mesmo acontecimento. Tudo é novo, sob cada olhar. Uma cor, um sol, um amor. Meu olhar é meu, Diferente do teu. Itabira Jonas

INDICAÇÃO DE LIVRO

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PERSE EDITORA Uma espécie de pulsão nos move para o transcendente; queremos alcançar as sublimidades, adentrar os mistérios, habitar os recônditos inescrutáveis. De certa forma a poesia é o veículo que nos conduz a esses lugares indizíveis. Ela nos transporta para esses terrenos abissais. Mas, não apenas para isso, ela também desperta a nossa atenção para a beleza singular presente no cotidiano, nas coisas quase imperceptíveis, mas, nem por isso vazias de sentido e beleza. Entretanto, é preciso ter os sentidos apurados para perceber tudo isso. É isso que faz Itabira e seu livro Finito Transcendente, em que a graça e a beleza se misturam com a energia militante. Willian de Mello

OPINIÃO

Ouviu-se por todo o Brasil, um brado de justiça durante o julgamento de um ex-presidente. Que a justiça seja feita, esse é o anseio. No entanto, nem sempre a justiça feita é a ideal, principalmente quando feita parcialmente e a sujeira grossa é jogada para baixo do tapete. O político brasileiro, herdeiro do regime das Capitanias Hereditárias, aprendeu que a política não é serviço em favor da sociedade que a autoriza; sorrateiramente, os que foram empregados na função política se sentem no direito de se fazerem “proprietários de um produto” que não lhes pertence. O ofício político, na grande maioria das vezes, converte a dimensão do serviço em servir-se e corromper-se para que tudo se mantenha; a carnavalização da realidade transforma os que deveriam ser favorecidos em “meros e infiéis devedores” de um ônus instituído pelos servidores políticos favorecendo o crime de corrupção. Na verdade é lobo comendo lobo, político comendo político. Nesse campo de batalha acontece toda a mani...